26/09/08 11:27

Delírios persecutórios


Por Professor

Prezado blogueiro.

O citado Ministro está agindo de maneira bastante irresponsável, considerando sua posição no quadro das Insitituições da República.
Os mecanismos institucionais de responsabilização de ministros do STF são de tal maneira complexos que o uso é praticamente inviável. Posso explicar como funciona, se alguém tiver paciência.

Mas não deixa de ser divertido observar os faniquitos do sobrecitado Ministro.

Veja a última

Aproveitou a votação de um HC - indeferido,diga-se - para reclamar do nome da operação "Têmis", para "registro histórico". É hilário.

Ministro Gilmar Mendes diz que nome "Operação Têmis" pode ter tido objetivo de desgastar Judiciário

No final do julgamento do HC 94278, o presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, observou que a denominação da operação que originou o inquérito judicial contra o desembargador Nery da Costa Júnior, do TRF-3, como Operação Têmis, “foi concebido, muito apropriadamente, talvez para causar adequado desgaste à imagem do Poder Judiciário", de forma provocativa.

Na mitologia grega, Têmis era a deusa grega guardiã dos juramentos dos homens e da lei, sendo que era costumeiro invocá-la nos julgamentos perante os magistrados. Por isso, foi por vezes tida como deusa da justiça, título atribuído na realidade a Diké.

O ministro disse ainda que, “além disso, há incidentes graves neste processo (o Inquérito 547, no STJ), envolvendo o nome do relator, ministro Felix Fischer, que, por não ter decretado a prisão preventiva (de pessoas envolvidas), foi desafiado inclusive por membros da Polícia Federal, sob o argumento de que ele estava equivocado”.

“São fatos graves”, acrescentou. “O ministro Felix Fischer fez representação ao procurador-geral em ação de improbidade e para a investigação criminal, inclusive se queixando da maneira como fora tratado pelas autoridades policiais. Essas representações resultaram arquivadas, no âmbito do Ministério Público. Aparentemente, em relação ao inquérito criminal ainda pende uma manifestação por parte da Câmara Criminal do MP”.



enviada por Luis Nassif