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Claire descende de belgas, italianos e espanhóis, que vieram da Europa para a América em diferentes períodos. Eles foram aos USA, Canada e Brasil, e ela nasceu no Brasil, mas morou no Canada e tem parentes na Europa (Belgica e Italia), no Canada, USA e Brasil. Nasceu no final dos anos 30, é hoje uma senhora de certa idade, com muito conhecimento e experiência de vida. Estudou Filosofia, Psicologia, Teologia Católica e Evangélica, obtendo seu PhD em filosofia. Foi evangélica por mais de 10 anos, depois católica por mais uns 10 anos, e depois procurou pensar mais livremente. Fez sua iniciação Védica e passou a estudar Egiptologia já na maturidade. Ler e conhecer os Mdw-Ntr (os hieroglifos) hoje é seu maior tesouro. Viajou por quase todo o mundo, conhecendo bem as Américas, a Europa, parte da Ásia e parte da África. Até que em 1997, ela estava lendo uma revista, da New York Academy of Sciences, onde leu um trabalho muito interessante de Meredith Small, sobre uma espécie especial de macacos, os "bonobos" (Pan paniscus), e se apaixonou por eles. Já conhecia de há muito Hanuman, o macaco Veda, o amigo do homem e de Rama, o vencedor de Ravana, e reconheceu no bonobo qualidades reais muito parecidas com as qualidades simbólicas de Hanuman. Releu a epístola de São Paulo aos Romanos, e entendeu algumas coisas que não compreendia muito bem sobre a natureza das coisas, e sobre o que era mesmo a favor ou contra a Natureza. Releu todo o Novo Testamento, e na quinta feira santa de 1998, compreendeu o que não compreendia e viu o que antes não percebia. Não viu anjos, nem Nossa Senhora, nem demonios... apenas viu e entendeu o que Jesus de Nazareth dizia e porque dizia o que dizia da forma como dizia. Compreendeu o Apocalipse, e quem eram o dragão, a besta que sai do mar e a outra besta que sai da terra. Escreveu o 666, o outro Cristo, em sua primeira versão entre 1998 e 1999. Continuou estudando, e revendo o manuscrito até agora, 2006, não tanto em sua forma mas mais em seu conteúdo. Ficou com medo, do que conhecia e de como divulgar.Com receio de não ser compreendida, guardou para si seu conhecimento e reservou para si seu manuscrito. Falou conosco e suspendemos o projeto até agora, desde 2002. Agora, em 2006, ela teve a coragem de rever o texto, e começamos, com ela, a termos a coragem de publicar. As revelações são fortes e inesperadas, a realidade se mostra claramente mais cruel do que se poderia imaginar. O que parecia santo se mostra demoníaco e muita coisa considerada desprezível se mostra digna de santidade. Os últimos serão mesmo os primeiros, e certamente os primeiros serão reconhecidos como últimos. Prepare-se para fortes emoções, e para encarar a realidade de frente. Editora Belaspalavras Rio de Janeiro Brasil |
